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	<title>Dona Derna &#124; Memmo Pasta &#38; Pizza &#187; Dona Derna</title>
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	<description>O melhor da gastronomia em Belo Horizonte</description>
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		<title>Prato da Boa Lembrança</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 11:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dona Derna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dona Derna]]></category>
		<category><![CDATA[Prato Boa Lembrança]]></category>

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		<description><![CDATA[O Restaurante Dona Derna faz parte da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança. Conheça um pouco mais sobre este hábito de se levar uma lembrança simpática depois de uma boa refeição. Aliás, mais do que um simples souvenir, uma peça de arte, digna de ser colecionada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Restaurante Dona Derna faz parte da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança. Conheça um pouco mais sobre este hábito de se levar uma lembrança simpática depois de uma boa refeição. Aliás, mais do que um simples souvenir, uma peça de arte, digna de ser colecionada.</p>
<p><span id="more-18"></span>Conheça um pouco mais sobre este costume e a Associação:</p>
<p>&#8220;O nome já diz quase tudo, mas a história merece ser contada com alguns detalhes.<br />
Quando visitamos um lugar diferente, conhecemos alguém interessante ou assistimos a um filme genial, sempre guardamos um souvenir. Seja uma fotografia, um cartão ou um ticket usado. É um jeito simples de nunca esquecer bons momentos. Por que não fazer isso quando degustamos um prato criativo e bem preparado? A idéia chegou com Danio Braga, fundador e vice-presidente da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança.</p>
<p>Inspirado pelos costumes que trouxe da região onde nasceu, a Emilia Romagna, e de Parma, sua cidade natal, Danio resolveu estimular, aqui no Brasil, o hábito de se levar uma lembrança simpática depois de uma boa refeição. Aliás, mais do que um simples souvenir, uma peça de arte, digna de ser colecionada &#8211; o Prato da Boa Lembrança.</p>
<p>A Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança conta hoje com dezenas de casas entre seus membros. Um número que tende a crescer dia após dia, seja pelo caráter ético do seu estatuto, seja pela nobre proposta de fazer com que ocasiões especiais façam parte da memória afetiva de uma infinidade de pessoas.</p>
<p>Fonte:  <a href="http://www.boalembranca.com.br/nossos_restaurantes/hotsite.php?restaurante=13" target="_blank">Site da Associação</a></p>
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		<title>Feijoada aos sábados</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 13:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dona Derna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dona Derna]]></category>
		<category><![CDATA[Cardápio]]></category>
		<category><![CDATA[Feijoada]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos sábados o restaurante Dona Derna coloca em sua mesa sua feijoda especial. Existem várias formas de se preparar uma boa feijoada, e aqui ela é feita com as mãos de quem realmente entende do assunto. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os sábados o restaurante Dona Derna oferece sua feijoda especial. Existem várias formas de se preparar uma boa feijoada, e aqui ela é feita com as mãos de quem realmente entende do assunto.</p>
<p><span id="more-24"></span><strong>Sobre a Feijoada</strong><br />
A feijoada é um dos pratos mais típicos da culinária brasileira. Tal como muitos pratos do tipo <em>pot au feu</em>, encontra similares na culinária de todo o mundo, como o cassoulet francês, a feijoada à transmontana de Portugal, a paella ou a fabada asturiana de Espanha. No Brasil, é feita da mistura de feijões pretos, vários tipos de carne de porco e de vaca, embutidos e acompanhada à mesa de farofa, arroz branco, couve refogada e laranja fatiada, entre outros ingredientes. Em Portugal, esta versão da feijoada é conhecida como feijoada à brasileira, sendo também comum encontrá-la nos cardápios dos restaurantes portugueses, para além das feijoadas portuguesas.</p>
<p><strong>História</strong><br />
A explicação popular mais difundida sobre a origem da Feijoada é a de que os senhores – das fazendas de café, das minas de ouro e dos engenhos de açúcar – forneciam aos escravos os &#8220;restos&#8221; dos porcos, quando estes eram carneados. O cozimento desses ingredientes, com feijão e água, teria feito nascer a receita. Tal versão, contudo, não se sustenta, seja na tradição culinária, seja na mais leve pesquisa histórica. Segundo Carlos Augusto Ditadi, especialista em assuntos culturais e historiador do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro, em artigo publicado na revista Gula, de maio de 1998, essa alegada origem da feijoada não passa de lenda contemporânea, nascida do folclore moderno, numa visão romanceada das relações sociais e culturais da escravidão no Brasil.</p>
<p>O padrão alimentar do escravo não difere fundamentalmente no Brasil do século XVIII: continua com a base, que fora estabelecida desde os primórdios, formada por farinha de mandioca ou de milho feita com água e mais alguns complementos. A sociedade escravista do Brasil, no século XVIII e parte do XIX, foi constantemente assolada pela escassez e carestia dos alimentos básicos decorrente da monocultura, da dedicação exclusiva à mineração e do regime de trabalho escravo; não sendo rara a morte por alimentação deficiente, incluindo a morte dos próprios senhores.</p>
<p>O escravo não podia ser simplesmente maltratado, pois custava caro e era a base da economia. Devia comer três vezes ao dia, ao almoçar às 8 horas da manhã, jantar à 1 hora da tarde e cear às 8 até as 9 horas da noite. Nas referências históricas sobre o cardápio dos escravos, constatamos a presença inequívoca do angu de fubá de milho, ou de farinha de mandioca, além do feijão temperado com sal e gordura, servido muito ralo, a ocasional aparição de algum pedaço de carne de vaca ou porco e punhados de farinha de mandioca. Alguma laranja colhida do pé complementava o resto, o que evitava o escorbuto. Às vezes, em final de boa colheita de café o capataz da fazenda podia até dar um porco inteiro aos escravos. Mas isso era exceção. Não existe nenhuma referência conhecida a respeito de uma humilde e pobre Feijoada, elaborada no interior da maioria das tristes e famélicas senzalas.</p>
<p>Existe também, um recibo de compra pela Casa Imperial, de 30 de abril de 1889 em um açougue da cidade de Petrópolis, estado do Rio de Janeiro, no qual se vê que, consumia-se carne verde, de vitela, carneiro, porco, lingüiça, lingüiça de sangue, fígado, rins, língua, miolos, fressura de boi e molhos de tripas. O que comprova que não eram só escravos que comiam esses ingredientes, e que não eram de modo algum &#8220;restos&#8221;. Ao contrário, eram considerados iguarias. Em 1817, Jean-Baptiste Debret já relata a regulamentação da profissão de tripeiro, na cidade do Rio de Janeiro, que eram vendedores ambulantes, e que se abasteciam nos matadouros de gado e porcos, destas partes dos animais. Ele também informa que os miolos iam para os hospitais, e que fígado, coração e tripas eram utilizados para fazer o angu, comumente vendido por escravas de ganho ou forras nas praças e ruas da cidade.</p>
<p>Portanto, o mais provável é creditar as origens da feijoada a partir de influências européias. Provavelmente sua origem tem a ver com receitas portuguesas, das regiões da Estremadura, das Beiras e de Trás-os-Montes e Alto Douro, que misturam feijão de vários tipos &#8211; menos feijão preto (de origem americana) &#8211; lingüiças, orelhas e pé de porco. De fato, cozidos sao comuns na Europa, como o cassoulet francês, que também leva feijão no seu preparo. Na Espanha, o cozido madrilenho e, na Itália, a “casseruola” ou &#8220;casserola&#8221; milanesa, são preparados com grão-de-bico. Aparentemente, todos estes pratos tiveram evolução semelhante à da feijoada, que foi incrementada com o passar do tempo, até se transformar no prato da atualidade. Câmara Cascudo observou que sua fórmula continua em desenvolvimento.</p>
<p>A feijoada já parece ser bem conhecida no início do século XIX, como atesta um anúncio, publicado no Diário de Pernambuco, na cidade do Recife, de 7 de agosto de 1833, no qual um restaurante, o Hotel Théâtre, recém-inaugurado, informa que às quintas-feiras seria servida &#8220;feijoada à brasileira&#8221;. Em 1848, o mesmo Diário de Pernambuco já anuncia a venda de &#8220;carne de toucinho, própria para feijoadas a 80 réis a libra&#8221;. Em 1849, no Jornal do Commércio do Rio de Janeiro, no dia 6 de janeiro, na recém instalada casa de pasto &#8220;Novo Café do Commércio&#8221;, junto ao botequim da &#8220;Fama do Café com Leite&#8221;, é comunicado aos seus clientes que será servida, a pedido de muitos freguezes, &#8220;A Bella Feijoada á Brazilleira&#8221;, todas as terças-feiras e quinta-feiras.</p>
<p>Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feijoada" target="_blank">Wikipédia</a></p>
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		<title>Cardápio Dona Derna</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 03:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dona Derna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardápio]]></category>
		<category><![CDATA[Dona Derna]]></category>

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		<description><![CDATA[O cardápio Dona Derna é completo e refinado, com as melhores opções gastronômicas. Entradas, Primi piatti, Aves e carnes exóticas, Carnes, Peixes e Crustáceos fazem parte deste saboroso menu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Restaurante Dona Derna tem um cardápio exclusivo, elaborado com requinte e bom gosto para você apreciar o melhor da gastronomia: <strong><br />
Entradas, </strong><strong>Primi piatt, </strong><strong>Aves e carnes exóticas, </strong><strong>Carnes</strong></p>
<p><span id="more-8"></span></p>
<p><strong>Entradas</strong><br />
Couvert ( individual )<br />
Casquinha de siri<br />
Carpaccio de carne<br />
Carpaccio de badejo e salmão<br />
Rotolo de leitão com salada verde<br />
Salada caprese<br />
Salada a Donna Derna</p>
<p><strong>Primi piatti </strong><br />
Cannelloni de ricota e pollo<br />
Cappelletti ao forno<br />
Delizie à Donna Derna<br />
Fagottini della Nonna<br />
Fettucce com cordeiro<br />
Fettucce com paillard<br />
Gnocchi com Braciola<br />
Lasagna tradicional<br />
Pappardelle Del pescatore<br />
Penne ai 4 formaggi<br />
Penne com bacalhau e brócolis<br />
Penne à mediterranea com mascarpone<br />
Ravióli de cordeiro com fonduta trufada<br />
Ravióli de mozzarella de búfala<br />
Spaghetti ao cartoccio com mariscos<br />
Spaghetti alla carbonara<br />
Spaghetti all’amatriciana<br />
Talharim trufado</p>
<p><strong>Aves e carnes exóticas</strong><br />
Galinha d’Angola com funghi e polenta trufada<br />
Peito de frango grelhado com legumes<br />
Cabrito à Toscana<br />
Carré de cordeiro ao alecrim com risotto de shitake<br />
Cordeiro à Donna Derna<br />
Coelho com pappardelle</p>
<p><strong>Carnes</strong><br />
Prime rib com salada verde<br />
Costelão ao malbec com rigatoni ao triplo burro<br />
Filet à parmegiana<br />
Medalhão à piemontesa<br />
Tournedo com cogumelos e talharim trufado<br />
Ossobuco com risoto de zafferano<br />
Tournedo ao camembert com risotto de pêra<br />
Medalhão ao madeira com risotto trufado</p>
<p><strong>Peixes e crustáceos</strong><br />
Bacalhau à Donna Derna<br />
Badejo grelhado com folhado de aspargos<br />
Filet de vermelho ao creme de alcaparras e amêndoas<br />
Salmão ao molho de cerveja com Legumes<br />
Truta recheada c/ champignon sobre creme de espinafre<br />
Polvo à Napoletana<br />
Camarão ao espumante com talharim ao funghi<br />
Risotto de camarão</p>
<p><strong>Prato da Boa Lembrança</strong><br />
Cordeiro ensopado à caçadora</p>
<blockquote><p>Fazemos parte da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança.<br />
Ao saborear nossa sugestão, você ganha um prato de cerâmica para sua coleção.</p></blockquote>
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		<title>Fotos Restaurante Dona Derna</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 05:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dona Derna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dona Derna]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagens do restaurante Dona Derna]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagens do restaurante Dona Derna</p>

<a href='http://www.donaderna.com.br/site/fotos-dona-derna/bendita_memmo_donaderna_0034' title='Dona Derna'><img width="96" height="96" src="http://www.donaderna.com.br/site/wp-content/uploads/2009/07/bendita_memmo_donaderna_0034-96x96.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dona Derna" title="Dona Derna" /></a>
<a href='http://www.donaderna.com.br/site/fotos-dona-derna/bendita_memmo_donaderna_0093' title='Dona Derna'><img width="96" height="96" src="http://www.donaderna.com.br/site/wp-content/uploads/2009/07/bendita_memmo_donaderna_0093-96x96.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dona Derna" title="Dona Derna" /></a>
<a href='http://www.donaderna.com.br/site/fotos-dona-derna/bendita_memmo_donaderna_0095' title='Dona Derna'><img width="96" height="96" src="http://www.donaderna.com.br/site/wp-content/uploads/2009/07/bendita_memmo_donaderna_0095-96x96.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dona Derna" title="Dona Derna" /></a>
<a href='http://www.donaderna.com.br/site/fotos-dona-derna/bendita_memmo_donaderna_0098' title='Dona Derna'><img width="96" height="96" src="http://www.donaderna.com.br/site/wp-content/uploads/2009/07/bendita_memmo_donaderna_0098-96x96.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dona Derna" title="Dona Derna" /></a>
<a href='http://www.donaderna.com.br/site/fotos-dona-derna/bendita_memmo_donaderna_0100' title='Dona Derna'><img width="96" height="96" src="http://www.donaderna.com.br/site/wp-content/uploads/2009/07/bendita_memmo_donaderna_0100-96x96.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dona Derna" title="Dona Derna" /></a>
<a href='http://www.donaderna.com.br/site/fotos-dona-derna/bendita_memmo_donaderna_0168' title='Dona Derna'><img width="96" height="96" src="http://www.donaderna.com.br/site/wp-content/uploads/2009/07/bendita_memmo_donaderna_0168-96x96.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dona Derna" title="Dona Derna" /></a>
<a href='http://www.donaderna.com.br/site/fotos-dona-derna/bendita_memmo_donaderna_0171' title='Dona Derna'><img width="96" height="96" src="http://www.donaderna.com.br/site/wp-content/uploads/2009/07/bendita_memmo_donaderna_0171-96x96.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dona Derna" title="Dona Derna" /></a>
<a href='http://www.donaderna.com.br/site/fotos-dona-derna/bendita_memmo_donaderna_0175' title='Dona Derna'><img width="96" height="96" src="http://www.donaderna.com.br/site/wp-content/uploads/2009/07/bendita_memmo_donaderna_0175-96x96.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dona Derna" title="Dona Derna" /></a>

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