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	<title>Dona Derna &#124; Memmo Pasta &#38; Pizza &#187; Receitas</title>
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	<description>O melhor da gastronomia em Belo Horizonte</description>
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		<title>Bochecha de porco com legumes</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 03:54:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dona Derna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Para 4 pessoas, vale a pena experimentar este saboroso prato. Deve-se retirar o excesso de gordura das papadas, temperar com sal, pimenta e zimbro... molhar com vinho branco... Montar fatiando a papada e acompanhando com os legumes passados na manteiga.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ingredientes para 4 pessoas:</strong><br />
- 3 kg. de papada de porco sem pele<br />
- ½ lt. de vinho branco<br />
- 2 lt. de caldo de carne<br />
- 10 bagas de zimbro<br />
- 6 dentes de alho<span id="more-73"></span>- 3 cebolas<br />
- 3 cenouras<br />
- 3 talos de aipo<br />
- 2 folhas de louro<br />
- Azeite, sal e pimenta calabresa</p>
<p><strong>Acompanhamento:</strong><br />
- ½ kg. de batata<br />
- ½ kg. de brócoles<br />
- ½ kg. cenoura<br />
- ½ kg. cebola miúda<br />
- ½ kg. couve-flor</p>
<p><strong>Modo de preparo:</strong><br />
Retirar o excesso de gordura das papadas, temperar com sal, pimenta e o zimbro esmagado. Dourar no azeite, juntar a cebola, cenoura, alho e aipo picados, as folhas de louro inteiras e deixar estufar 10 minutos. Molhar com o vinho, deixar evaporar e juntar o caldo, deixar cozinhando 30 minutos. Terminar o cozimento no forno a 150º. Enquanto isso, limpar o brócoles e a couve-flor, tornear as batatas e cenouras e cozinhar no vapor. Glaçar a cebola miúda na manteiga com um pouco de açúcar e molhar com o caldo. Montar fatiando a papada e acompanhando com os legumes passados na manteiga.</p>
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		<title>Feijoada aos sábados</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 13:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dona Derna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dona Derna]]></category>
		<category><![CDATA[Cardápio]]></category>
		<category><![CDATA[Feijoada]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos sábados o restaurante Dona Derna coloca em sua mesa sua feijoda especial. Existem várias formas de se preparar uma boa feijoada, e aqui ela é feita com as mãos de quem realmente entende do assunto. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os sábados o restaurante Dona Derna oferece sua feijoda especial. Existem várias formas de se preparar uma boa feijoada, e aqui ela é feita com as mãos de quem realmente entende do assunto.</p>
<p><span id="more-24"></span><strong>Sobre a Feijoada</strong><br />
A feijoada é um dos pratos mais típicos da culinária brasileira. Tal como muitos pratos do tipo <em>pot au feu</em>, encontra similares na culinária de todo o mundo, como o cassoulet francês, a feijoada à transmontana de Portugal, a paella ou a fabada asturiana de Espanha. No Brasil, é feita da mistura de feijões pretos, vários tipos de carne de porco e de vaca, embutidos e acompanhada à mesa de farofa, arroz branco, couve refogada e laranja fatiada, entre outros ingredientes. Em Portugal, esta versão da feijoada é conhecida como feijoada à brasileira, sendo também comum encontrá-la nos cardápios dos restaurantes portugueses, para além das feijoadas portuguesas.</p>
<p><strong>História</strong><br />
A explicação popular mais difundida sobre a origem da Feijoada é a de que os senhores – das fazendas de café, das minas de ouro e dos engenhos de açúcar – forneciam aos escravos os &#8220;restos&#8221; dos porcos, quando estes eram carneados. O cozimento desses ingredientes, com feijão e água, teria feito nascer a receita. Tal versão, contudo, não se sustenta, seja na tradição culinária, seja na mais leve pesquisa histórica. Segundo Carlos Augusto Ditadi, especialista em assuntos culturais e historiador do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro, em artigo publicado na revista Gula, de maio de 1998, essa alegada origem da feijoada não passa de lenda contemporânea, nascida do folclore moderno, numa visão romanceada das relações sociais e culturais da escravidão no Brasil.</p>
<p>O padrão alimentar do escravo não difere fundamentalmente no Brasil do século XVIII: continua com a base, que fora estabelecida desde os primórdios, formada por farinha de mandioca ou de milho feita com água e mais alguns complementos. A sociedade escravista do Brasil, no século XVIII e parte do XIX, foi constantemente assolada pela escassez e carestia dos alimentos básicos decorrente da monocultura, da dedicação exclusiva à mineração e do regime de trabalho escravo; não sendo rara a morte por alimentação deficiente, incluindo a morte dos próprios senhores.</p>
<p>O escravo não podia ser simplesmente maltratado, pois custava caro e era a base da economia. Devia comer três vezes ao dia, ao almoçar às 8 horas da manhã, jantar à 1 hora da tarde e cear às 8 até as 9 horas da noite. Nas referências históricas sobre o cardápio dos escravos, constatamos a presença inequívoca do angu de fubá de milho, ou de farinha de mandioca, além do feijão temperado com sal e gordura, servido muito ralo, a ocasional aparição de algum pedaço de carne de vaca ou porco e punhados de farinha de mandioca. Alguma laranja colhida do pé complementava o resto, o que evitava o escorbuto. Às vezes, em final de boa colheita de café o capataz da fazenda podia até dar um porco inteiro aos escravos. Mas isso era exceção. Não existe nenhuma referência conhecida a respeito de uma humilde e pobre Feijoada, elaborada no interior da maioria das tristes e famélicas senzalas.</p>
<p>Existe também, um recibo de compra pela Casa Imperial, de 30 de abril de 1889 em um açougue da cidade de Petrópolis, estado do Rio de Janeiro, no qual se vê que, consumia-se carne verde, de vitela, carneiro, porco, lingüiça, lingüiça de sangue, fígado, rins, língua, miolos, fressura de boi e molhos de tripas. O que comprova que não eram só escravos que comiam esses ingredientes, e que não eram de modo algum &#8220;restos&#8221;. Ao contrário, eram considerados iguarias. Em 1817, Jean-Baptiste Debret já relata a regulamentação da profissão de tripeiro, na cidade do Rio de Janeiro, que eram vendedores ambulantes, e que se abasteciam nos matadouros de gado e porcos, destas partes dos animais. Ele também informa que os miolos iam para os hospitais, e que fígado, coração e tripas eram utilizados para fazer o angu, comumente vendido por escravas de ganho ou forras nas praças e ruas da cidade.</p>
<p>Portanto, o mais provável é creditar as origens da feijoada a partir de influências européias. Provavelmente sua origem tem a ver com receitas portuguesas, das regiões da Estremadura, das Beiras e de Trás-os-Montes e Alto Douro, que misturam feijão de vários tipos &#8211; menos feijão preto (de origem americana) &#8211; lingüiças, orelhas e pé de porco. De fato, cozidos sao comuns na Europa, como o cassoulet francês, que também leva feijão no seu preparo. Na Espanha, o cozido madrilenho e, na Itália, a “casseruola” ou &#8220;casserola&#8221; milanesa, são preparados com grão-de-bico. Aparentemente, todos estes pratos tiveram evolução semelhante à da feijoada, que foi incrementada com o passar do tempo, até se transformar no prato da atualidade. Câmara Cascudo observou que sua fórmula continua em desenvolvimento.</p>
<p>A feijoada já parece ser bem conhecida no início do século XIX, como atesta um anúncio, publicado no Diário de Pernambuco, na cidade do Recife, de 7 de agosto de 1833, no qual um restaurante, o Hotel Théâtre, recém-inaugurado, informa que às quintas-feiras seria servida &#8220;feijoada à brasileira&#8221;. Em 1848, o mesmo Diário de Pernambuco já anuncia a venda de &#8220;carne de toucinho, própria para feijoadas a 80 réis a libra&#8221;. Em 1849, no Jornal do Commércio do Rio de Janeiro, no dia 6 de janeiro, na recém instalada casa de pasto &#8220;Novo Café do Commércio&#8221;, junto ao botequim da &#8220;Fama do Café com Leite&#8221;, é comunicado aos seus clientes que será servida, a pedido de muitos freguezes, &#8220;A Bella Feijoada á Brazilleira&#8221;, todas as terças-feiras e quinta-feiras.</p>
<p>Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feijoada" target="_blank">Wikipédia</a></p>
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		<title>Risoto de Frutos do Mar</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 04:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dona Derna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma caçarola capaz, coloque metade do azeite, a manteiga, cebola... colocar o arroz sem lavar e misturar por 3 minutos... Despejar a metade do vinho branco e deixar evaporar. Temperar com sal e despejar uma concha de caldo de peixe bem quente...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ingredientes para 4 pessoas:</strong><br />
-300 gr. de arroz Arborio ou Vialone Nano<br />
-4 lagostins inteiros<br />
-100 gr. de filet de lagostim<br />
-100 gr. de mexilhões<br />
-50 gr. de vongole s/ casca<span id="more-84"></span>-100 gr. lulas em anéis<br />
-100 gr. de polvo cozido<br />
-100 ml. de azeite extra-virgem<br />
-50 gr. de manteiga<br />
-1 colher de salsinha picada<br />
-1 colher de tomilho<br />
-1 colher de orégano fresco<br />
-2 litros de caldo de peixe<br />
-100 gr. de cebola picada<br />
-4 tomates sem pele<br />
-30 gr. de alho picado<br />
-200 ml de vinho branco seco<br />
-Sal e pimenta do reino a gosto<br />
<strong><br />
Modo de fazer:</strong><br />
Em uma caçarola capaz, coloque metade do azeite, a manteiga, 50 gr. de cebola. Quando a cebola estiver murcha, colocar o arroz sem lavar e misturar por 3 minutos. Despejar a metade do vinho branco e deixar evaporar. Temperar com sal e despejar uma concha de caldo de peixe bem quente. Esperar o arroz absorver o caldo antes de colocar mais caldo. Continuar assim até ficar cozido. Enquanto isso, refogar em uma frigideira com azeite, o restante da cebola e o alho e deixar dourar. Acrescentar os mariscos, molhar com o restante do vinho branco e deixar evaporar. Juntar as ervas e os tomates. Refogar por 3 minutos, temperar com sal e uma boa pitada de pimenta do reino. Misturar o arroz cozido, jogar um fio de azeite, a salsinha, misturar por 2 minutos e servir.</p>
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		<title>Ravioli de pato com foie gras trufado</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 04:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dona Derna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[Massas e molhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Refogar em azeite a cebola, a cenoura e o aipo até murchar. Juntar o pato temperado e cortado em pedaços, dourar e molhar com o vinho tinto... Por fim acrescentar os ravioli, o parmesão, saltear, acrescentar a manteiga trufada e empratar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ingredientes para 4 pessoas:</strong></p>
<p><strong>Para o Ravioli:</strong><br />
- 200 gr de farinha de trigo<br />
- 2 ovos<br />
- 1 pitada de sal<br />
- ½ pato<span id="more-81"></span>- 3 ramos de alecrim<br />
- 1 ramo de tomilho<br />
- 1 ramo de salvia<br />
- 2 colheres de azeite<br />
- 1 colher de cebola picada<br />
- 1 colher de cenoura picada<br />
- 1 colher de aipo picado<br />
- Sal e pimenta do reino<br />
- 50 gr. de ricota<br />
- ½ copo de vinho tinto seco</p>
<p><strong>Para o Molho:</strong><br />
- 200 gr. de foie gras em cubos<br />
- 200 ml. de creme de leite fresco<br />
- 1 pitada de sal<br />
- 1 colher de sopa de manteiga de trufa<br />
- 50 gr. de parmesão ralado</p>
<p><strong>Modo de preparo:</strong><br />
Refogar em azeite a cebola, a cenoura e o aipo até murchar. Juntar o pato temperado e cortado em pedaços, dourar e molhar com o vinho tinto. Deixar evaporar o vinho, colocar um copo de água, juntar as ervas, reduzir a chama e deixar cozinhar por 10 minutos. Enquanto isso, misturar os ingredientes para a massa, trabalhar bastante até ficar bem lisa, embrulhar em plástico filme e deixar descansar por 30 minutos. Estando o pato cozido, desfiar e repicar na faca, misturar a ricota e acertar o tempero. Abrir a massa com a máquina de macarrão, fazer montinhos de recheio, dobrar a massa molhando as beiradas com água e fechar apertando bem. Cortar no formato preferido. Para o molho, colocar os cubos de foie gras em frigideira anti-aderente e deixar derreter um pouco para soltar a gordura amarela. Colocar o creme de leite e deixar ferver por 2 minutos. Por fim acrescentar os ravioli, o parmesão, saltear, acrescentar a manteiga trufada e empratar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mil-folhas de frango ao molho pardo</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 04:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dona Derna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pique o frango em pedaços e tempere-os com o sal, a pimenta-do-reino e o suco de limão... Aqueça a banha em uma panela e doure o frango, acrescentando o colorau até dourar bem... Retire o frango, coloque a cebola, o alho e a pimenta-malagueta esmagada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Rendimento: 8 porções</strong></p>
<p><strong>Ingredientes:</strong><br />
1 frango caipira de 1,5 kg<br />
sangue do frango<br />
1 limão-capeta<br />
1 cebola média picadinha<span id="more-95"></span>6 dentes de alho picadinhos<br />
1 colher (café) de colorau<br />
1 tomate sem pele e sem sementes, em cubos<br />
1 pimenta-malagueta<br />
1 pitada de pimenta-do-reino<br />
1 folha de louro<br />
3 colheres (sopa) de banha<br />
50 g de manteiga<br />
4 folhas de massa filo<br />
200 g de fubá<br />
1 colher (sobremesa) de amido de milho</p>
<p><strong>Preparo:</strong><br />
1 Pique o frango em pedaços e tempere-os com o sal, a pimenta-do-reino e o suco de limão.<br />
2 Aqueça a banha em uma panela e doure o frango, acrescentando o colorau até dourar bem.<br />
3 Retire o frango, coloque a cebola, o alho e a pimenta-malagueta esmagada.<br />
4 Quando os temperos estiverem corados, volte o frango à panela e coloque água quente sem cobri-lo (se tiver caldo de galinha, é melhor).<br />
5 Coloque o tomate em cubos e a folha de louro e vá pingando água até completar o cozimento.<br />
6 Enquanto isso, corte a massa filo em quadrados de 7 x 7 cm, pincele-os com manteiga e leve-os ao forno aquecido a 180 °C até ficar crocante.<br />
7 Faça a polenta em ponto de colher e frite o quiabo cortado em rodelas de 1/2 cm; reserve.<br />
8 Quando o frango estiver cozido, corrija o tempero e retire-o da panela; tire os ossos e a pele e “ligue” as carnes com o amido de milho e um pouco de molho.<br />
9 Passe o restante do cozimento no chinois; volte-o à panela e junte o sangue, formando um molho.<br />
10 Se ele não engrossar como desejado, acrescente amido de milho.</p>
<p><strong>Montagem:</strong><br />
1 No centro do prato, faça um círculo de polenta de 7 cm de diâmetro, usando um saco de confeiteiro.<br />
2 Coloque 1colher (sopa) de frango, um pouco de molho e um quadrado de massa filo por cima.<br />
3 Repita a operação 4 vezes, terminando com quiabos fritos e 2 conchas pequenas de molho pardo, 1 de cada lado da polenta.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://prazeresdamesa.uol.com.br/gastronomia/exibirMateria/1138/mil-folhas-de-frango-ao-molho-pardo " target="_blank">Receita Dona Derna publicada no site Prazeres da Mesa</a></em></p>
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